Iêmen

Iêmen

Balanço desastroso para os jornalistas

Com a tomada da capital Sanaa pelos rebeldes houthis em 2014, a desintegração de sua aliança com o ex-presidente Saleh foi assinada em 2017, e a intervenção militar da coalizão liderada pela Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos desde março de 2015, as convulsões políticas e de segurança afetaram seriamente a liberdade de imprensa no Iêmen. Agressões, seqüestros e ameaças são o cotidiano dos jornalistas, independentemente da região, quando não são vítimas dos confrontos que cobrem. Pelo menos 16 jornalistas e colaboradores da mídia local estão detidos pelos houthis, e um pela Al Qaeda, a maioria desde 2015. Um dos jornalistas reféns dos houthis morreu em 2018 logo após sua libertação. Na parte do país controlada pelo chamado governo legítimo, jornalistas também são arbitrariamente presos e vítimas de abusos cometidos por milícias. A informação independente sobre o conflito é rara, os veículos de comunicação sendo controlados pelas partes envolvidas no conflito. Na internet, o acesso aos veículos de comunicação foi bloqueado desde que os houthis assumiram o controle do Ministério das Telecomunicações. Independentemente da área em que se encontram, os jornalistas cidadãos estão sob vigilância e podem ser presos por uma simples postagem nas redes sociais.

168
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

-1

167 em 2018

Pontuação global

-0.57

62.23 em 2018

Contatos

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