Cuba

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A imprensa não oficial constantemente colocada à prova

Autoproclamada República socialista de partido único, Cuba permanece, ano após ano, o pior país da América Latina em matéria de liberdade de imprensa. A morte de Fidel Castro em 2016 não mudou o cenário: o regime castrista, no poder desde 1959, mantém um monopólio quase total da informação e a imprensa privada é proibida pela Constituição. Os poucos blogueiros e jornalistas independentes cubanos recebem ameaças do governo e também são mantidos sob a vigilância de agentes que não hesitam em questioná-los e apagar as informações em sua posse. As autoridades também monitoram a cobertura midiática de jornalistas estrangeiros, concedendo seletivamente credenciais e expulsando jornalistas considerados "muito negativos" com relação ao regime. A melhoria gradual do acesso à Internet na ilha e a eleição do novo presidente Miguel Díaz-Canel em abril de 2018, após 59 anos de repressão castrista, são, no entanto, motivos de esperança para o futuro liberdade de imprensa em Cuba.

169
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

+3

172 em 2018

Pontuação global

-5.09

68.90 em 2018

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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