Arábia Saudita

Arábia Saudita

Uma repressão agravada

Não há mídia livre na Arábia Saudita e os jornalistas permanecem sob estreita vigilância, mesmo no exterior, como demonstrado pelo assassinato de Jamal Khashoggi em Istambul, na Turquia, em outubro de 2018. A chegada ao poder do jovem príncipe herdeiro Mohamed Ben Salmane em junho de 2017, apesar de seu discurso de abertura, intensificou a repressão. Desde 2017, o número de jornalistas e jornalistas-cidadãos atrás das grades mais que triplicou. A maioria deles está em detenção arbitrária e a tortura é quase sistemática. O código penal, as leis antiterroristas e de combate a criminalidade cibernética preveem sanções ou até mesmo a prisão de jornalistas que fazem críticas ou que denunciam abusos no governo (por blasfêmia, insulto à religião, "incitamento ao caos", "colocar em perigo a unidade nacional" e "atentar contra a imagem e a reputação do rei e do Estado"). A autocensura, mesmo nas redes sociais, é uma constante.

172
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

-3

169 em 2018

Pontuação global

+2.75

63.13 em 2018

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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